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Direito, gestão e esportes

Direito, gestão e esportes

Por Higor Maffei Bellini    A música tem o poder de transformar ambientes, criar memórias e unir pessoas, mas, no futebol, ela também pode acender faíscas inesperadas. A mesma música tocada no momento errado, no lugar errado vira um desastre  O episódio do DJ do Beira-Rio, em 24 de novembro de 2025, que colocou para tocar “Desce pra BC”, com o Colorado em pleno risco de rebaixamento, é um exemplo claro de como a lógica do entretenimento comum não se aplica ao ambiente (...)
  Por Higor Maffei Bellini.    Eu venho há tempos dizendo que a SAD ou a SAF, a depender do lado do Atlântico em que se encontra, mudou o futebol, que deixa de ser paixão para virar só negócios.   Ronaldo conseguiu vender a sua participação no time espanhol, com lucro financeiro, apesar da sofrível campanha do time, que foi rebaixado.   Se um clube cai para uma divisão inferior, este decepciona sua torcida, patrocinadores e torcedores. Ou seja, seu valor esportivo diminui.  
Por Higor Maffei Bellini    Quando no Brasil um clube ou uma SAF extingue a sua equipe feminina, em razão da queda da masculina, no campeonato brasileiro,  quem mais perde é o campeonato feminino, pois fica claro que para aquela agremiação, o feminino nunca foi um objetivo.   Sem me extender muito essa extinção das equipes femininas, desmoraliza a competição feminina, pois no futebol, tal qual na política não existe o vácuo. Se uma equipe sai, outra entra, o que pode dar (...)
    Por Higor Maffei Bellini Na realidade, nem parece que, no Brasil, futura sede da Copa do Mundo Feminina, o futebol feminino possui vida própria.   Aqui o futebol feminino, com as suas exceções que só confirmam a regra, o futebol feminino nos grandes clubes, assim entendidos como os que jogam a primeira divisão do masculino.   Só existe para cumprir a obrigação de licenciamento das equipes masculinas, para a disputa da série A do Campeonato Brasileiro ou da (...)
Por Higor Maffei Bellini  Sim, sofre. O atleta profissional, quando empregado, em um desporto coletivo, continua a ser "apenas" hum ser humano encarnado. Não um ser que deixou, ao assinar o contrato, as suas características humanas.  Se um trabalhador comum, quando cobrado excessivamente pelo seu superior, quando tem metas inalcançáveis , estabelecidas, sofre danos morais, por qual razão o atleta não sofreria? Sendo que no caso do atleta a cobrança, pode vir depois de uma (...)