Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Direito, gestão e esportes

Direito, gestão e esportes

Por Higor Maffei Bellini    Muitas vezes ouvimos ou lemos na imprensa expressões como “a modalidade feminina tem crescido no Brasil, em Portugal ...” ou “a modalidade feminina joga amanhã”, ou ainda “temos de investir na modalidade futebol feminino”, referindo-se ao futebol jogado por mulheres. No entanto, esta forma de comunicar não está tecnicamente correta, ao meu ver. A modalidade é o futebol, independentemente do gênero de quem o joga. As regras, o tamanho do (...)
Por Higor Maffei Bellini  Pela legislação trabalhista brasileira, as férias suspendem a principal obrigação do contrato de trabalho, que é a prestação de serviços, pelo empregado, no caso o jogador de futebol.  O atleta deixa de treinar, concentrar e jogar oficialmente, mantendo, contudo, o vínculo empregatício e a remuneração. Isso, porém, não significa que as demais obrigações do contrato “desaparecem” durante as férias. O que se suspende é o dever de (...)
Por Higor Maffei Bellini  Durante muito tempo, ser presidente ou diretor de um clube de futebol era quase um ato de amor, uma paixão pelo jogo, pelo clube da terra ou até por uma carreira política ou empresarial com visibilidade. Mas, nos últimos anos, isso tem mudado e muito. Hoje, cada vez mais vemos presidentes e diretores de clubes a tornarem-se donos ou sócios de Sociedades Anônimas do Futebol (as famosas SAFs). Por quê? Porque perceberam uma coisa simples: o futebol dá (...)
Por Higor Maffei Bellini    No futebol, superstição não é detalhe: faz parte do jogo; creio que isso é em todos os pontos do mundo.  Torcedores criam rituais para ajudar na vitória do seu time de coração, evitam repetir a “roupa do azar”, mudam de lugar na arquibancada e até desconfiam da posição da televisão na sala. Ou só usam a "camisa da sorte". Parece irracional para quem está de fora, mas para quem vive o esporte, é quase uma regra não escrita: quem torce (...)
Por Higor Maffei Bellini  No futebol brasileiro, há uma revolução silenciosa em curso e ela vem capitaneada pelos times femininos, das grandes e tradicionais equipes de futebol masculino.   Enquanto as equipes masculinas ainda lutam contra a confusão de homônimos e identidades sobrepostas, as equipes femininas encontraram uma solução criativa, eficaz e com imenso potencial de marketing: o uso de apelidos, inspiradas nos times americanos, que usam os apelidos junto ao nome das (...)
Por Higor Maffei Bellini    Jogo de futebol no domingo às 20h30 pode soar como um bom programa para fechar o fim de semana. E, de fato, é, mas apenas para quem assiste do sofá, em sua casa, no conforto do lar, pela televisão ou por algum sistema na internet, no telefone, seja lá como for o meio escolhido. Acompanhando pela televisão, naquele canto favorito da casa, ou até mesmo no restaurante ou no hotel, o torcedor janta, se acomoda com a família ou sozinho, e termina o dia, (...)
Por Higor Maffei Bellini    Conhecidas como kiss cams, as chamadas câmaras do beijo são populares nos Estados Unidos, especialmente durante jogos de basquetebol ou beisebol.    A dinâmica por trás dessas câmeras é simples: durante uma pausa no evento, e nos esportes americanos existem muitas pausas, a câmara foca em casais da plateia, que são incentivados a trocar um beijo, enquanto o momento é transmitido nos telões do estádio.    Embora essa prática seja vista (...)
  Por Higor Marcelo Maffei Bellini.    Prezados já pararam para pensar sobre como as novas formas de transmissões dos jogos, provocam a elitização e o afastamento do torcedor dos seus clubes?   Pois, quando os jogos passaram a ser vendidos pela televisão por assinatura, pela internet nos serviços de assinatura, o que era de graça, pois estava na televisão aberta, passou a ter um custo, que nem todos podem pagar.   O afastamento do torcedor menos favorecido (...)
  Por Higor Maffei Bellini.    Eu venho há tempos dizendo que a SAD ou a SAF, a depender do lado do Atlântico em que se encontra, mudou o futebol, que deixa de ser paixão para virar só negócios.   Ronaldo conseguiu vender a sua participação no time espanhol, com lucro financeiro, apesar da sofrível campanha do time, que foi rebaixado.   Se um clube cai para uma divisão inferior, este decepciona sua torcida, patrocinadores e torcedores. Ou seja, seu valor esportivo diminui.