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Direito, gestão e esportes

Direito, gestão e esportes

Por Higor Maffei Bellini    A música tem o poder de transformar ambientes, criar memórias e unir pessoas, mas, no futebol, ela também pode acender faíscas inesperadas. A mesma música tocada no momento errado, no lugar errado vira um desastre  O episódio do DJ do Beira-Rio, em 24 de novembro de 2025, que colocou para tocar “Desce pra BC”, com o Colorado em pleno risco de rebaixamento, é um exemplo claro de como a lógica do entretenimento comum não se aplica ao ambiente (...)

A experiência do torcedor no estádio precisa mudar

Por Higor Maffei Bellini    Hoje em dia, não basta mais só ter um bom time em campo para atrair o torcedor ao estádio. A realidade mudou. Os clubes de futebol agora não competem apenas entre si, mas também com a televisão, o streaming e até com outros esportes e formas de lazer. Por isso, quando o torcedor decide sair de casa para ver um jogo, ele precisa ser bem tratado. Ir ao estádio deve ser uma experiência agradável do começo ao fim. Isso começa com o acesso ao local, (...)
  Por Higor Maffei Bellini.    Desde antes da Copa do Mundo de 2014, que foi realizada no Brasil, teve um início de reformas e de construção de arenas esportivas no Brasil.   Essas deveriam ter recebido os jogos da Copa do Mundo mesmo que naquele estado já se soubesse que o público local não compareceria aos jogos dos clubes locais, inviabilizando economicamente a manutenção deste monumento.   E o pior é que, em alguns locais, além do estádio da copa, os outros em (...)
Jogo com parte do estádio fechada ao público?   Sim, isso acontece.   Uma das razões pode ser a necessidade de redução do custo do evento esportivo, pois uma partida precisa não trazer prejuízo a um clube.   Nenhum clube, no mundo, suporta fazer jogos, com portões abertos, onde os custos operacionais são elevados, até para garantir segurança e conforto ao público, que trazem prejuízo.   Não existe razão administrativa para abrir todos os setores de um estádio, (...)
Por Higor Maffei Bellini. Toda vez que existe uma elevação das tarifas alfandegárias, os famosos impostos de importação, isso acaba por afetar o mundo do esporte, não apenas das grandes ligas, mas também, e talvez principalmente, do atleta amador, aquele que se dedica ao esporte por diversão e para a sua saúde.   O impacto de uma elevação de imposto de importação causa, em um primeiro momento, o impacto no custo do material utilizado para a prática esportiva, que vai (...)
Por Higor Maffei Bellini    Quem já foi ou vai a um estádio ou ginásio saber como é boa aquela atmosfera, esteja a pessoa como torcedor, jogador ou qualquer trabalhador, que depende daquele evento para pagar, suas contas.   Não esqueci os amigos da imprensa, eles estão incluídos nos trabalhadores, que precisam do evento esportivo, para receber seu ordenado.   O ir ao estádio é tão bom, que a pessoa já acorda diferente em dia de jogo, acorda tenso, pensativo no que vai (...)
Por Higor Maffei Bellini  O que vou falar do Brasil, talvez seja válido para Portugal, mas como na terra de Camões apenas assisti a uma partida no estádio, qualquer reflexão seria falha. Hoje com a arena onde o Palmeiras, meu time favorito, aquele para o qual torço, com lugar marcado, me faz ver sempre mas mesmas pessoas nos jogos. Isso penso que não é bom, para o negócio do futebol, pois é no estádio que o caráter do torcedor é forjado, nas vitórias e nas derrotas. Logo (...)
Por Higor Maffei Bellini  Não sou me estender muito, hoje. Mas voltarei a questão em breve, hoje só vamos deixar registrado o pensamento. Se a torcida, encabeçada pela organizada, levar adiante a história de fazer uma coleta, uma "vaquinha" para a torcida pagar a dívida do clube, relacionada a construção do estádio, junto ao banco que funcionou a construção há a necessidade de ser pensado o seguinte: 1 é uma doação do dinheiro, para o clube? Se for quem pagará o imposto? (...)
Por Higor Maffei Bellini Não sei a resposta. Não teria como saber, já que nem sei como passei a torcer pela Sociedade Esportiva Palmeiras, quando ela ainda estava em uma fila de mais de 10 anos sem títulos, na verdade eram 14 anos. E eu tinha 12 lá em 1990. Sei que é tarde, quando no Brasil com as crianças escolhendo times com 4 ou 5 anos. Só sei que passei a pedir para ir junto com meu pai para os jogos, meu pai ia trabalhar como diretor de sede ajudando a cuidar do controle de (...)