Por Higor Maffei Bellini
Com a popularização das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) no Brasil e no mundo, muito se discute sobre os impactos dessas transformações no desempenho esportivo dos clubes. Pois se tem a impressão de que só sendo uma se manterá a competitividade.
No entanto, há uma questão que precisa ser analisada com mais atenção: quais são as verdadeiras intenções de quem compra uma SAF?
Nem sempre, para não falar raras vezes, o objetivo principal é (...)
Por Higor Maffei Bellini.
A compra de uma equipe desportiva é, muitas vezes, um ato de vaidade disfarçado de investimento, quando efetuado por uma pessoa física. Ao contrário das aquisições empresariais tradicionais, que seguem critérios rigorosos de rentabilidade, escala e projeção de lucros, o universo do entretenimento desportivo obedece a lógicas próprias profundamente emocionais e simbólicas.
Para muitos investidores, adquirir um clube, seja de futebol, basquetebol (...)
Por Higor Maffei Bellini.
Vendo das notícias, vinculadas hoje, dia 27 de abril de 2025, no Brasil, dando conta de que o dono da SAF do Cruzeiro indicou a saída do atleta Dudu. Depois deste jogador, que reclamou durante a semana de estar na reserva, não ter sido relacionado para o confronto de hoje contra o Vasco da Gama.
E pareceu uma posição de torcedor, primeiro por deixar isso transparecer em uma conversa com a torcida no estádio, não falando com todas as (...)
Por Higor Maffei Bellini
Pois bem, antes das Sads o presidente de um clube, bem como seu conselho, residiam não apenas no mesmo país, mas na mesma cidades em que estava localizado o clube. Ou seja estava acessível as cobranças dos sócios e torcedores.
Mas criaram as Sad que foram vendidas a investidores e não torcedor. E tudo mudou.
O investimento feito em uma Sad, não obrigado ninguém a ser torcedor dela, antes da compra. Depois também não, pois quem investi (...)
Por Higor Maffei Bellini.
Não custa lembrar, quando um clube se torna uma saf, no Brasil, ou uma Sad em Portugal a torcida, perde toda e qualquer importância, na gestão.
Se existe um dono, que vai suportar todos os prejuízos sozinho, este tem o direito de administrar como melhor entender, aquela entidade que um dia, foi um clube, onde os torcedores eram também os sócios. Com os prejuízos sendo assumido pelos sócios do clube.
Clubes quando se tornam saf, ou Sad, assumem outra (...)
Por Higor Maffei Bellini
Nunca é demais lembrar o óbvio.
Quem é dono de uma Sociedade Anônima Desportiva ou de uma Sociedade Anônima do Futebol, o que é um contras senso, pois, se era para ser anônima, saber o nome dos detentores maioritários, das ações, retira o caráter de anonimato, do nome. Não precisa ser o Chief Executive Officer ou diretor-executivo ou diretora-executivadesta SAF, que pode ser contrato para desempenhar essa função entre os executivos do (...)
Por Higor Maffe Bellini
Uma das penas esportivas é o banimento da pessoa, julgada como culpada, que eu defendo ser incondicional segundo a continuação brasileira. Mas hoje não vou falar disso.
Expulsar do esporte alguém que ocupa transitoriamente um cargo é fácil. A entidade segue a existir se faz novas eleições, para o presidente e vida que segue.
Ta mas e se a pessoa é dona da SAF?
Aí complica já que ela não pode ser expropriada do seu patrimônio, não pode ser (...)