Por Higor Maffei Bellini
No mundo do futebol, ou de qualquer outro esporte, é natural que jogadores, técnicos e equipes estejam constantemente sob análise e crítica da imprensa tradicional e dos chamados influenciadores digitais.
A crítica jornalística, quando feita com responsabilidade e baseada em fatos, é não apenas legítima, mas essencial para o debate público, dando elementos para os torcedores discutirem nos bares ou nos grupos de trocas de mensagens. No entanto, (...)
Por Higor Maffei Bellini
Em um cenário de trabalho, como é o do futebol brasileiro, onde se conhece bem a cultura das “cobranças” de torcidas organizadas, as reuniões que acontecem após a invasão, se os clubes dizem que facilitaram a entrada, ou seja, não permitiram a entrada manda e pacífica das pessoas, de centros de treinamento, quando o desempenho em campo decepciona, é inaceitável que os clubes continuem tratando esses episódios como inevitáveis ou fora de seu (...)
Por Higor Maffei Bellini
Eu estava lendo essa decisão da justiça do trabalho brasileira, mais especialmente do TRT10, que é o localizado na cidade de Brasília: Confirmada indenização a trabalhadora que foi atacada por pessoa em situação de rua e me coloquei a pensar se o empregador, pode ser responsabilizado nesse caso. Por que o clube não pode ser responsabilizado quando (...)
Por Higor Maffei Bellini
No dia 23 de março de 2025, durante a estreia do Campeonato Brasileiro Feminino, quatro jogadoras do América-MG registraram um boletim de ocorrência contra um dos assistentes da arbitragem, alegando terem sido vítimas de assédio sexual antes do início da partida contra o Juventude, realizada no estádio Montanha dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS), levando a equipe mineira a divulgar nota oficial, como informei na coluna “Futebol Feminino”.
A (...)
Por Higor Maffei Bellini
Sou sempre responsável pelo que eu digo, nunca pelo que você entende. Esse pensamento nunca foi tão válido, no futebol brasileiro, como neste momento: abril de 2025.
A defesa do jogador Dudu, ao afirmar que o significado de "VTNC" é "vim trabalhar no Cruzeiro", colocada em uma legenda de uma postagem quando saiu do Palmeiras para atuar na equipe mineira, foi brilhante.
Invejo — e admito aqui e agora — a defesa do atleta, por ter (...)
Por Higor Maffei Bellini
Hoje não ia escrever nesse blog, apenas ia fazer um texto para meu doutorado em direito, na PUC/SP, aqui em São Paulo, Brasil, mas eis que me deparo com essa Técnico do Triestina agride jogador do próprio time após expulsão; e pensei mais um caso de empregado (...)
Por Higor Maffei Bellini
Sim, sofre.
O atleta profissional, quando empregado, em um desporto coletivo, continua a ser "apenas" hum ser humano encarnado. Não um ser que deixou, ao assinar o contrato, as suas características humanas.
Se um trabalhador comum, quando cobrado excessivamente pelo seu superior, quando tem metas inalcançáveis , estabelecidas, sofre danos morais, por qual razão o atleta não sofreria?
Sendo que no caso do atleta a cobrança, pode vir depois de uma (...)
Por Higor Maffei Bellini
O meio esportivo precisa urgentemente se atualizar, para impedir que os ocupantes de cargos de direção, continuem a ofender aos subordinados, especificamente aos atletas, sob a alegação de que precisa cobrar, assim, para os atletas melhorarem o desempenho em campo.
Ninguém precisa ser ofendido, pois o xingamento é uma ofensa, para melhorar o despenho ou manter o comando do grupo.
O meio, porém, apenas vai mudar quando o clubes passarem a ser (...)
Por Higor Maffei Bellini
E vamos ver do ponto de vista jurídico o que pode acontecer ao empregador, no caso um clube ou uma Saf, quando um técnico chama a um jogador de "burro".
Fazer tal colocação ofende a honra e a imagem do atleta, bem como diminui o valor deste no mercado, já que ninguém deseja contratar um jogador, que não seja o melhor, até porque a torcida não aceitaria um jogador que é chamado de "burro" pelo treinador do seu próprio time ou do adversário.
Senho tal (...)