Por Higor Maffei Bellini
No mundo do futebol, ou de qualquer outro esporte, é natural que jogadores, técnicos e equipes estejam constantemente sob análise e crítica da imprensa tradicional e dos chamados influenciadores digitais.
A crítica jornalística, quando feita com responsabilidade e baseada em fatos, é não apenas legítima, mas essencial para o debate público, dando elementos para os torcedores discutirem nos bares ou nos grupos de trocas de mensagens. No entanto, (...)
E a responsabilidade do clube como empregador e detentor do direito de imagem
Por Higor Maffei Bellini
No universo do futebol profissional, a imagem do atleta ultrapassa o campo da subjetividade e passa a ter valor patrimonial, comercial e contratual. Por isso, é comum que clubes celebrem com seus atletas contratos de licenciamento de imagem, autorizando a utilização da imagem da jogadora para fins promocionais, publicitários e institucionais, bem como para reduzir o custo mensal dos encargos trabalhistas, previdenciários e fiscais.
No entanto, essa (...)
Por Higor Maffei Bellini
Conhecidas como kiss cams, as chamadas câmaras do beijo são populares nos Estados Unidos, especialmente durante jogos de basquetebol ou beisebol.
A dinâmica por trás dessas câmeras é simples: durante uma pausa no evento, e nos esportes americanos existem muitas pausas, a câmara foca em casais da plateia, que são incentivados a trocar um beijo, enquanto o momento é transmitido nos telões do estádio.
Embora essa prática seja vista (...)
Por Higor Maffei Bellini
Em um cenário de trabalho, como é o do futebol brasileiro, onde se conhece bem a cultura das “cobranças” de torcidas organizadas, as reuniões que acontecem após a invasão, se os clubes dizem que facilitaram a entrada, ou seja, não permitiram a entrada manda e pacífica das pessoas, de centros de treinamento, quando o desempenho em campo decepciona, é inaceitável que os clubes continuem tratando esses episódios como inevitáveis ou fora de seu (...)
por Higor Maffei Bellini
No ambiente do futebol profissional, mesmo quando não há a carteira de trabalho assinada, é cada vez mais comum vermos jogadores sendo impedidos de se reapresentar com o elenco principal ou sendo colocados para treinar de forma isolada, sem justificativa técnica ou disciplinar.
Essa prática, que muitos consideram apenas “gestão de elenco”, como se fosse possível gerir um grupo de pessoas, retirando uma delas do contato com as demais, pode, na (...)
por Higor Maffei Bellini
A Lei Pelé (Lei nº 9.615/1998), enquanto norma especial que rege as relações desportivas no Brasil, assim como parte da trabalhista envolvendo atletas e clubes, estabelece com clareza que a remuneração do atleta profissional é composta não apenas pelo salário fixo, aquele anotado na CTPS, mas também por outras parcelas, como os prêmios por desempenho, o famoso bicho pela conquista de vitória.
Assim, quando um clube firma um compromisso de (...)
Por Higor Maffei Bellini
A forma como a situação financeira do Corinthians é administrada volta a gerar polêmica nos bastidores do clube e pode gerar problemas trabalhistas severos ao clube.
Após notificar formalmente a direção e ter sua insatisfação exposta pela imprensa, o atacante Depay conseguiu receber parte do seu pagamento.
A decisão do clube em priorizar o atleta holandês, que enviou segundo a informação da mídia, notificação extrajudicial, cobrando e (...)
Por Higor Maffei Bellini
Chega dia 31 de dezembro, como todo final de ano, aparecem as famosas, ao menos no Brasil, listas de dispensas de atletas.
Que podem ser publicadas no site do clube, quando tem um carater oficial (que é a que nos interessa) ou vazada a imprensa possuindo um carácter extra oficial (mas que o tempo, revela que estava certa)
Não é porque os contratos de trabalho dos atletas possuem prazo determinado, ou seja todos sabem, quando vai terminar, que (...)