Por Higor Maffei Bellini
Muitas vezes ouvimos ou lemos na imprensa expressões como “a modalidade feminina tem crescido no Brasil, em Portugal ...” ou “a modalidade feminina joga amanhã”, ou ainda “temos de investir na modalidade futebol feminino”, referindo-se ao futebol jogado por mulheres.
No entanto, esta forma de comunicar não está tecnicamente correta, ao meu ver.
A modalidade é o futebol, independentemente do gênero de quem o joga.
As regras, o tamanho do (...)
Por Higor Maffei Bellini
Feliz 2026!
Este será um ano especial para os amantes do desporto, em particular do futebol masculino. Pois a tão aguardada Copa do Mundo Masculina será realizada em três países diferentes: Canadá, México e Estados Unidos.
Uma edição histórica e única, não só pelo número de seleções participantes, mas também pela diversidade cultural e geográfica dos anfitriões.
Para quem sonha assistir aos jogos diretamente nos estádios, (...)
Por Higor Maffei Bellini
O tempo, sempre ele, mostrou que a decisão da FIFA de realizar a nova Copa do Mundo de Clubes nos Estados Unidos, como espécie de torneio-teste para a Copa do Mundo de 2026, pode ter sido um grande erro, não vou chamar de equívoco.
O objetivo parecia claro: testar a infraestrutura, engajar o público e aquecer o mercado, para alavancar a copa do mundo de seleções, que ali acontecerá, juntamente com México e Canadá.
Mas a (...)
Por Higor Maffei Bellini.
Não sou o primeiro e nem o único, a começar a repensar esta onde de arenas esportivas, que tomou conta do Brasil em razão da copa do mundo de 2014, mas, agora resolvei deixar aqui registrado o que eu penso, que é a junção de vários textos que eu li. Se alguém quer ter as suas ideias, deve antes se inspirar, aprendendo a ideia dos outros.
Esse conceito de arena é algo que veio importado, já que a ideia de todos sentados, não é da nossa (...)
Por HigorMaffeiBellini
Neste texto compartilho a minha opinião, das razões pelas quais a Conmembol erra ao copiar o padrão europeu de final em jogo unido, em cidade pré definida.
O primeiro erro é cultural se ignora que nós sul-americanos não somos europeus. Temos nossa própria forma de torce, de encarar uma partida de futebol de encarar a nossa relação com o clube, tanto que ao menos no Brasil não vejo a existência de Sads ou Safs para os grandes clubes, já que aqui a (...)