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Direito, gestão e esportes

Direito, gestão e esportes

Por Higor Maffei Bellini 

 

Que as arenas esportivas são mágicas, sob todos os pontos de vistas. Não há dúvidas, ainda mais quando são as arenas, da nossa equipe favorita desde a nossa infância.

 

Aquela arena, eu ainda prefiro chamar de estádio, onde íamos com nossos: avós, pais e amigos, ver a nossa equipe ganhar, sabíamos que poderia perder, mas, nunca aceitamos esse resultado sempre colocamos a culpa no juiz.

 

E hoje quando à elas voltamos, pelo menos eu que já tenho mais de 40 anos, regressamos a aquele tempo de infância, que fisicamente infelizmente, não há como regressar. Quando temos sorte sentimos o mesmo perfumes dos lanches vendidos na porta dos estádios, nos fazendo voltar a ter as mesmas sensações de antes.

 

É como se ao colocar o pé na arena voltássemos a ser crianças, em nossa imaginação, nos nossos sentimentos. Ao menos até termos as nossas próprias crianças. Onde tudo era festa, desde de a saída de nossas casas, para ir ao estádio seja de transporte público seja no carro de nossos pais, parentes ou amigo,  e a única preocupação, que nos atingia era fazer a tarefa escolar, para segunda-feira apresentara à maestra e não ser perturbado pelos amigos, caso o time perdesse.

 

Por isso é que as arenas esportivas tem o poder de dobrar o espaço, tempo e de nós fazer regressar a infância, e faz a todos os frequentadores tem sempre a mesma faixa etária, que arrisco dizer ai de seus 10 a 15 anos de idade, quando estávamos sendo formados enquanto torcedores.